
Como tomar decisões difíceis nos negócios sem perder o sono — nem a sua alma
Todo empresário conhece essa sensação. São 3 da manhã, e sua cabeça não para — você fica remoendo a mesma decisão sem parar. Você demite alguém que não está rendendo, mas que tem sido leal há anos? Você abre mão de um cliente que paga bem, mas te tira a paz de espírito? Você aceita aquele contrato que vai levar sua equipe ao limite? Você traz um sócio cuja visão não combina totalmente com a sua, mas cujos recursos resolveriam seus problemas imediatos? Você tomou a decisão certa ou errada hoje — tipo aquele remorso de quem comprou algo? Decisões difíceis são o preço inevitável da liderança. Mas, para empresários católicos, elas têm um peso extra, porque você sabe que a maneira como você decide importa tanto quanto o que você decide. A maioria dos modelos de tomada de decisão vai te dizer para avaliar os dados, simular os resultados e escolher a opção com maior retorno. Mas eles deixam de lado as duas coisas que importam para você — as pessoas afetadas e se você consegue assumir a decisão com integridade. Da próxima vez que você estiver diante de uma decisão que não te dá paz, unido a Deus em oração, siga estes passos: Passo 1: Clareza Antes de tomar uma boa decisão, você precisa definir o que “boa” significa nessa situação. A maioria dos empresários vai direto para as opções sem primeiro definir os resultados. Pergunte a si mesmo: como seria uma resolução bem-sucedida — não só financeiramente, mas para todos os envolvidos? Quando você define o sucesso de forma ampla, suas opções ficam mais claras rapidamente. Passo 2: Aconselhamento Warren Buffett disse uma vez que leva 20 anos para construir uma reputação e cinco minutos para arruiná-la. Um dos motivos pelos quais os líderes tomam decisões que prejudicam a reputação é que eles as tomam sozinhos. Identifique duas ou três pessoas na sua vida — não bajuladores, mas vozes honestas — que você consulte antes de decisões importantes. Seja









